El principio del in dubio pro reo en las sentencias proferidas por jueces penales colegiados frente a la responsabilidad del Estado

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DOI: http://dx.doi.org/10.15425/redepub.38.2017.05

 

Resumen


El núcleo problémico del presente artículo es la responsabilidad del Estado-juez en relación con la materialización del in dubio pro reo, cuando el juez penal colegiado no toma su decisión condenatoria de manera unánime. Para ello, se aborda la pregunta jurídica: ¿Se configura el in dubio pro reo ante la sentencia disconforme del juez penal colegiado y, por ende, se materializa la responsabilidad patrimonial del Estado? Este interrogante se apoya en la hipótesis de considerar la materialización de un modo especial del in dubio pro reo cuando el juez colegiado no adopta la sentencia condenatoria de manera unísona, lo que genera falta de certeza en la responsabilidad penal del procesado, y, por ende, en la responsabilidad patrimonial del Estado. Para dicho análisis se estudian las diferentes posiciones del Consejo de Estado colombiano al resolver casos en los cuales se argumenta la privación injusta de la libertad, en conjunto con los diferentes sistemas de votación del juez colegiado.

Abstract


The problem-oriented core of this paper is the responsibility of the State-judge regarding the materialization of in dubio pro reo when the criminal collegiate judge does not take his condemnatory decision unanimously. This approach is supported by the hypothesis that considers the realization of a special mode of in dubio pro reo when the collegiate judge does not adopt the sentence without dissent, generating uncertainty in the criminal responsibility of the accused, and therefore liability State. For this analysis, we study the different positions taken by the Colombian State Council to resolve cases about unjust deprivation of liberty, together with the different voting systems of the collegiate judge.

Resumo


O núcleo problemático do presente artigo é a responsabilidade do Estado-juiz em relação à materialização do in dubio pro reo, quando o juiz penal colegiado não toma sua decisão condenatória de maneira unânime. Para isso, aborda-se a pergunta jurídica: Configura-se o in dubio pro reo diante da sentença desconforme do juiz penal colegiado e, portanto, fica materializada a responsabilidade patrimonial do Estado? Esta pergunta está apoiada na hipótese de se considerar a materialização de um modo especial do in dubio pro reo quando o juiz colegiado não adota a sentença condenatória de maneira uníssona, o que gera falta de certeza na responsabilidade penal do processado, e, portanto, na responsabilidade patrimonial do Estado. Para tal análise são estudadas as diferentes posições do Conselho de Estado colombiano ao resolver casos nos quais é argumentada a privação injusta da liberdade, em conjunto com os diferentes sistemas de votação do juiz colegiado.

 

 

 

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Enero - Junio de 2017