Responsabilidad o solidaridad. El fundamento del deber de reparar en el ámbito de la responsabilidad extracontractual del Estado

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DOI: http://dx.doi.org/10.15425/redepub.36.2016.14

 

 

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Resumen

 

Desde la promulgación de la Constitución Política de 1991 en alguna parte de la doctrina y en buena parte de la jurisprudencia se ha intentado encontrar el fundamento del deber de reparar en el principio de solidaridad. Tal posición se considera equivocada y solo se explica por una deformación de la institución de la responsabilidad extracontractual del Estado derivada del conflicto armado que aqueja al país. No puede haber responsabilidad patrimonial del Estado sin que el daño cuya reparación se pretende le pueda ser imputado a una entidad pública. En este escrito se busca probar porqué el juicio de responsabilidad patrimonial del Estado y su escenario procesal, la acción de reparación directa, son inadecuados para desarrollar el mencionado principio de la solidaridad.

 

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Abstract

 

Since 1991, Colombia´s Constitution, doctrine and judicial decisions alike have tried to find public tort law foundation in the principle of solidarity; in our view, such an approach is not adequate. For there can be no liability without a proper analysis of damage allocation to a public entity. This article seeks to demonstrate that public tort law and civil actions against State and local authorities are not a proper scenario for the principle of solidarity to be applied.

 

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Resumo

 

Desde a promulgação da Constituição Política de 1991 em alguma parte da doutrina e em boa parte da jurisprudência se tem tentado encontrar o fundamento do dever de reparar no princípio de solidariedade. Tal posição se considera equivocada e só se explica por uma deformação da instituição da responsabilidade extracontratual do Estado derivada do conflito armado que afeta o país. Não pode haver responsabilidade patrimonial do Estado sem que o dano cuja reparação se pretende lhe possa ser imputado a uma entidade pública. Neste escrito se pretende provar porque o juízo de responsabilidade patrimonial do Estado e seu cenário processual, a ação de reparação direta, são inadequados para desenvolver o mencionado princípio da solidariedade.

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Junio 2016