Junio 2016

Interrelación entre el ius cogens y el derecho blando. Derechos sociales y responsabilidad social corporativa en la justicia transicional

36

 

 

DOI: http://dx.doi.org/10.15425/redepub.36.2016.02


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Resumen

 

A través de las sentencias de la Corte Interamericana de Derechos Humanos y la Corte Constitucional de Colombia se aborda la ampliación del derecho imperativo (ius cogens) como fuente material del derecho internacional; asimismo, se analiza la obligatoriedad del derecho blando (soft law), principalmente su importancia en la interpretación judicial y fundamentación de los intereses protegidos por el ius cogens, como los derechos humanos. Criterios que establecen lineamientos específicos para abordar la justicia transicional en Colombia, más allá de un marco jurídico internacional determinado por el consentimiento estatal. Desde esta perspectiva se establece cómo las normas del derecho blando han diversificado la justicia transicional en tres sentidos: 1) la posibilidad de medidas no punitivas; 2) la aplicación de derechos económicos, sociales y culturales; y 3) la articulación con la responsabilidad social corporativa.

 

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Abstract

 

Through the judgments of the inter- American Court and the Constitutional Court of Colombia, the expansion of imperative law -Jus Cogens- as material source of international law is analyzed; also, increasing obligatory of the Soft Law is explained, mainly its importance in the judicial interpretation and justification of the interests protected by Jus Cogens, such as human rights. Essential criteria that establish specific guidelines to address transitional justice in Colombia, within an international legal framework that mostly depends on State consent. From this perspective, this paper studies how the rules of Soft Law have diversified the transitional justice in three aspects: 1) the possibility of non-punitive sanctions; 2) the application of economic, social and cultural rights, and 3) the connection whit corporate social responsibility.

 

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Resumo

 

Através das sentenças da Corte Interamericana de Direitos Humanos e a Corte Constitucional da Colômbia se aborda a ampliação do direito imperativo (ius cogens) como fonte material do direito internacional; também, se analisa a obrigatoriedade do quase-direito (soft law), principalmente sua importância na interpretação judicial e fundamentação dos interesses protegidos pelo ius cogens, como os direitos humanos. Critérios que estabelecem lineamentos específicos para abordar a justiça transicional na Colômbia, para além de um marco jurídico internacional determinado pelo consentimento estatal. Desde esta perspectiva se estabelece como as normas do quase-direito têm diversificado a justiça transicional em três sentidos: 1) a possibilidade de medidas não punitivas; 2) a aplicação de direitos econômicos, sociais e culturais; e 3) a articulação com a responsabilidade social corporativa.

 

 

 

 

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