Diciembre 2015

Diálogo entre la Corte Interamericana de Derechos Humanos y el Tribunal Europeo de Derechos Humanos. A propósito de las leyes de amnistía

35

DOI: http://dx.doi.org/10.15425/redepub.35.2015.06

 


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Resumen

Existe un consenso firme respecto a la línea jurisprudencial desarrollada por la Corte Interamericana de Derechos Humanos (Corte idh) y el Tribunal Europeo de Derechos Humanos (tedh) —aunque no tanto—, en relación con la incompatibilidad de las leyes de amnistía y otras medidas con la efectiva protección de los derechos humanos, precisamente por alejarse de criterios de justicia con el establecimiento de excluyentes de responsabilidad que permiten abiertamente la impunidad. Por ello los estándares internacionales en la materia permitirán concluir que será nula de manera absoluta cualquier medida que impida la obligación de los Estados de investigar, procesar y sancionar a los autores de crímenes graves de trascendencia internacional por contravenir derechos inderogables reconocidos por el derecho internacional de los derechos humanos. Pretensión que busca que los Estados cumplan con su deber en el ejercicio de una recta aplicación de justicia.

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Abstract

A strong, but limited consensus exists regarding Inter-American Court of Human Rights (IACHR) and the European Court of Human Rights (ECHR) jurisprudence on the incompatibility of amnesty laws and other measures involving the effective protection of human rights that move away from the principles of justice by establishing exemptions from responsibility and openly allow for impunity.

Therefore, international standards in this area support the conclusion that any measure which prevents the obligation of States to investigate, prosecute and punish perpetrators of serious international crimes that contravene non-derogable rights recognized by international human rights law shall be declared null and void. Such a claim asks that States to fulfill their duty in carrying out a direct application of justice.

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Resumo

Existe um consenso firme com respeito à linha jurisprudencial desenvolvida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte idh) e o Tribunal Europeu de Direitos Humanos (tedh) —embora nem tanto—, em relação com a incompatibilidade das leis de anistia e outras medidas com a efetiva proteção dos direitos humanos, precisamente por afastarse de critérios de justiça com o estabelecimento de excludentes de responsabilidade que permitem abertamente a impunidade. Por isso, os padrões internacionais na matéria permitirão concluir que será nula de maneira absoluta qualquer medida que impeça a obrigação dos Estados de investigar, processar e sancionar os autores de crimes graves de transcendência internacional por contravir direitos inderrogáveis reconhecidos pelo direito internacional dos direitos humanos. Pretensão que busca que os Estados cumpram com seu dever no exercício de uma reta aplicação de justiça.

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